NOVOS POTIGUARES
Novos Potiguares. Esses Jovens Escribas. Do Rio Grande. Do Norte. Carlos Fialho escrevia. Seu primeiro livro. Procurou outros dos seus. Jovens escritores. Em Natal. Descobriu um turbilhão. Juntou-se com mais três. Patrício. O Jr.. Daniel. O Minchoni. E Thiago. O de Góes. Surgiu a idéia. Um selo literário. Que publicasse jovens autores locais. As obras. Divulgasse a nova produção potiguar pelo Brasil. Incentivasse outros escritores a debutarem nas letras. Foi lançado o primeiro. Verão Veraneio. De Carlos. O Fialho. Não um pontapé inicial, mas um chute no saco. Para Patrício. Que quis lançar o seu. Lítio. Contos Bregas do de Góes. É Tudo Mentira! Do Fialho. Outro. E, bem, Escolha o Título. Do Minchoni. Escritores, sem dúvida. De inteligência e sagacidade. Espírito empreendedor e amor. Por sua arte. A literatura. Que, como a rapadura, é doce. Mas não é mole não. Nomes como Nei Leandro de Castro, Tarcísio Gurgel, Xico Sá e Marcelino Freire e Clotilde Tavares. Leitores e incentivadores. www.jovensescribas.com.br
fala, cara. legal você noticiar nossa excistência. é bom para ue outras pessoas façam o mesmo: se mobilizem, tirem a poeira dos móveis ue são e corram atrás do impresso (o livro, a revista, o próprio). assim a gente fez com o Jovens Escribas. grande abraço.
particularly good at. Great news, nonetheless.